




















REFLEXÃO
LEGAL DE VER
UOL - O melhor conteúdo
PRESENTINHOS
Blog da Samia
Blog da Joaninha
Thurma da SETA JR
Muito Farturentos
Setur -Ce
Cantinho da Cathya
Bubblegum Club
Lucia mI
My Gifs
Mônica
Google
Turismo
BELLA MISTURA - Regina bee
Jardim de Rosas da Nanda
Flores e Perfumes do Amor
Flowers - Vera Stefanello
MSN - hotmail

















LINK-ME!

MEU AWARD

VOTAÇÃO
ARQUIVO















AWARDS



















|
visitas
|
A Lenda da Flor de Lótus...

Certo dia, à margem de um tranqüilo lago solitário, a cuja margem se erguiam frondosas árvores com perfumosas flores de mil cores, e coalhadas de ninhos onde aves canoras chilreavam, encontraram-se quatro elementos irmãos: o fogo, o ar, a água e a terra. - Quanto tempo sem nos vermos em nossa nudez primitiva - disse o fogo cheio de entusiasmo, como é de sua natureza. É verdade - disse o ar. - É um destino bem curioso o nosso. À custa de tanto nos prestarmos para construir formas e mais formas, tornamo-nos escravos de nossa obra e perdemos nossa liberdade. - Não te queixes - disse a água -, pois estamos obedecendo à Lei, e é um Divino Prazer servir à Criação. Por outro lado, não perdemos nossa liberdade; tu corres de um lado para outro, à tua vontade; o irmão fogo, entra e sai por toda parte servindo a vida e a morte. Eu faço o mesmo. - Em todo o caso, sou eu quem deveria me queixar - disse a terra - pois estou sempre imóvel, e mesmo sem minha vontade, dou voltas e mais voltas, sem descansar no mesmo espaço. - Não entristeçais minha felicidade ao ver-nos - tornou a dizer o fogo - com discussões supérfluas. É melhor festejarmos estes momentos em que nos encontrarmos fora da forma. Regozijemo-nos à sombra destas árvores e à margem deste lago formado pela nossa união. Todos o aplaudiram e se entregaram ao mais feliz companheirismo. Cada um contou o que havia feito durante sua longa ausência, as maravilhas que tinham construído e destruído. Cada um se orgulhou de se haver prestado para que a Vida se manifestasse através de formas sempre mais belas e mais perfeitas. E mais se regozijaram, pensando na multidão de vezes que se uniram fragmentariamente para o seu trabalho. Em meio de tão grande alegria, existia uma nuvem: o homem. Ah! como ele era ingrato. Haviam-no construído com seus mais perfeitos e puros materiais, e o homem abusava deles, perdendo-os. Tiveram desejo de retirar sua cooperação e privá-lo de realizar suas experiências no plano físico. Porém a nuvem dissipou-se e a alegria voltou a reinar entre os quatro irmãos. Aproximando-se o momento de se separarem, pensaram em deixar uma recordação que perpetuasse através das idades a felicidade de seu encontro. Resolveram criar alguma coisa especial que, composta de fragmentos de cada um deles harmonicamente combinados, fosse também a expressão de suas diferenças e independência, e servisse de símbolo e exemplo para o homem. Houve muitos projetos que foram abandonados por serem incompletos e insuficientes. Por fim, refletindo-se no lago, os quatro disseram: - E se construíssemos uma planta cujas raízes estivessem no fundo do lago, a haste na água e as folhas e flores fora dela? - A idéia pareceu digna de experiência. Eu porei as melhores forças de minhas entranhas - disse a terra - e alimentarei suas raízes. - Eu porei as melhores linfas de meus seios - disse a água - e farei crescer sua haste. - Eu porei minhas melhores brisas - disse o ar - e tonificarei a planta. - Eu porei todo o rneu calor - disse o fogo - para dar às suas corolas as mais formosas cores. Dito e feito. Os quatro irmãos começaram a sua obra. Fibra sobre fibra foram construídas as raízes, a haste, as folhas e as flores. O sol abençoou-a e a planta deu entrada na flora regional, saudada como rainha. Quando os quatro elementos se separaram, a Flor de Lótus brilhava no lago em sua beleza imaculada, e servia para o homem como símbolo da pureza e perfeição humana.
Do coração da
às
14h07
Enviar
esta mensagem

Signo das Flores

CAMPAINHA-IMPERIAL (de 6/1 a 2/2)
Com delicadas flores em forma de taça, essa planta se desenvolve muito bem em temperaturas amenas e em lugares ensolarados, além de se adaptar a qualquer tipo de solo. As pessoas nascidas sob o signo de Campainha-Imperial são, a exemplo da flor que as simboliza, extremamente adaptáveis e amantes da luz e do calor. Buscam relacionamentos intensos e têm o dom de transformar os obstáculos em valiosas oportunidades de comprovar o próprio valor e alcançar a vitória. Às vezes, mostram-se distraídas e até meio relapsas, mas esse alheamento nada mais é do que a expressão de uma mente criativa e incansável, eternamente empenhada na busca de novos horizontes. Para transformarem seus sonhos em realidade, precisam aprender a ter mais persistência e a agir de forma mais objetiva.
FLOR-DE-LÓTUS (de 3/2 a 1/3)
Essa flor, que brota na lama e se eleva para o céu por meio de um caule muito comprido é o símbolo da pureza no Oriente. Na Atlântida, representava a essência pura que existe no íntimo de cada ser. As pessoas nascidas sob o signo de Flor-de-Lótus são sensíveis e intuitivas, embora tendam a adotar um comportamento rígido e objetivo no dia-a-dia. São emocionalmente vulneráveis e magoam-se com facilidade, mas sabem esconder muito bem esses sentimentos. Gostam de ajudar os outros e podem se sacrificar pelo bem-estar dos entes queridos. Para serem felizes, querem estar em paz e em harmonia com todos que fazem parte de suas vidas.
NARCISO (de 2/3 a 21/3)
Conta-se que essa flor, tão rara nos dias de hoje, espalhava-se por todos os jardins atlantes. As pessoas que nascem sob o signo de Narciso destacam-se por sua habilidade em se comunicar, pela simpatia e pelo jogo de cintura que lhes permite saírem-se bem nas mais diversas situações. São pacientes e, quando necessário, age com uma boa dose de ousadia, o que lhes garante sucesso em vários empreendimentos.
VIOLETA (de 22/3 a 20/4)
A delicadeza é a principal qualidade associada a essa flor. Por isso, as pessoas que nascem sob o signo de Violeta são discretas, adaptam-se a quaisquer circunstâncias e gostam de ajudar os outros, sem jamais esperar recompensas. Podem ter aparência vulnerável, mas possuem força de vontade férrea e grande firmeza de espírito. Não toleram mentiras, traições, demonstrações de egoísmo ou ambição excessiva.
HIBISCO (de 24/4 a 10/5)
Semelhante a uma taça, a flor hibisco tem uma forma original e harmoniosa. Pode ser branca, rosada, amarela ou vermelha. As pessoas que nascem sob o signo de Hibisco são originais, abertas a novas experiências, organizadas e extremamente comprometidas com o aprimoramento pessoal. Gostam de manter um convívio social amplo, são vaidosas e se preocupam em obter o reconhecimento dos outros.
ESPOREIRA (de 11/5 a 31/5)
Azuis e pequeninas, as flores da esporeira se assemelham a pequenos golfinhos, presos a caules firmes e eretos. As pessoas que nascem sob este signo são fortes, determinadas e dignas, fazem questão de ter seu valor reconhecido e repudiam a falsidade e a hipocrisia. Realistas, sabem agir com serenidade e bom senso, mas nem por isso deixam de lado seus ideais e seus sentimentos mais elevados. São obstinadas, batalhadoras e dotadas de grande energia e força de vontade.
FLOR-DE-MARACUJÁ (de 1/6 a 23/6)
Para os atlantes, essa flor é o símbolo da dualidade da natureza. As pessoas que nascem sob o signo de Flor-de-Maracujá podem ser bastante duais. Às vezes, aparentam uma determinada coisa, embora tenham uma essência absolutamente oposta. São falantes e decididas, mas às vezes se retraem e deixam de agir porque receiam errar. Podem encontrar a felicidade quando conseguem estabelecer um ponto de equilíbrio entre as energias opostas que agem em sua personalidade.
Do coração da
às
10h07
Enviar
esta mensagem

Signo das Flores...Continuação

ORQUÍDEA (de 24/6 a 11/7)
A orquídea é uma planta que depende das outras para sobreviver, pois suas raízes não se prendem ao solo. Mesmo assim, ela consegue manter sua independência e é dotada de beleza exuberante. As pessoas que nascem sob o signo de Orquídea lutam para ser livres e para viverem com independência e autonomia. Mas, para alcançarem seus objetivos, precisam perder o medo da solidão e não devem se preocupar tanto com as opiniões dos outros. Apreciam o luxo, o conforto e a harmonia. Podem enriquecer com um golpe de sorte e tendem a ser muito favorecidas pelo destino.
LÍRIO (de 12/7 a 5/8)
As propriedades alucinógenas da flor do lírio fizeram dessa planta um símbolo da magia para muitas civilizações, inclusive a atlantes. Além disso, essa flor está associada à pureza e à dignidade. As pessoas que nascem sob o signo de Lírio são dotadas de caráter nobre. Comportam-se com retidão, firmeza e coerência. Não gostam de julgar nem de serem julgadas, pois acreditam que cada um tem o direito de errar e que não cabe a ninguém avaliar o que é certo ou errado. São práticas, objetivas e sensatas, mas também apresentam um lado emotivo bastante forte.
PAPOULA (de 6/8 a 28/8)
Essa flor de cores brilhantes é a fonte do extrato usado para preparar o ópio. As pessoas nascidas sob o signo de Papoula gostam de viver em ritmo de aventura. São otimistas, alegres e fazem questão de disseminar energia positiva e alto astral por onde quer que passem. Estão sempre em busca de novidades e não se lamentam quando algo dá errado, pois acreditam na importância de aprender com as experiências. Buscam avidamente os novos conhecimentos e colocam paixão em tudo que fazem. Tendem a exercer verdadeiro fascínio sobre o sexo oposto, mas podem se comportar de um jeito bastante instável nos relacionamentos amorosos.
ROSA (de 29/8 a 23/9)
Na Atlântida, a rosa era o símbolo da intensidade e do prazer de viver. Assim, as pessoas que nascem sob o signo de Rosa são ternas, afetuosas, verdadeiras e intensas. Buscam a plenitude em tudo o que fazem e jamais fogem dos desafios, pois sentem uma profunda alegria em vencer os obstáculos. Sabem extrair o melhor de cada experiência e jamais perdem tempo lamentando ou reclamando de alguma coisa. Apreciam elogios, mas não fazem nada para se sobressair. Generosas, gostam de fazer os outros felizes e ficam na expectativa de colher amor e gratidão.
CRISÂNTEMO (de 24/9 a 18/10)
A justiça e a nobreza de caráter são os atributos associados a essa flor, cuja origem se perde no tempo. As pessoas nascidas sob o signo de Crisântemo são justas e querem ver a harmonia e o equilíbrio disseminados pelo mundo. Apreciam a beleza, a organização, o equilíbrio estético e o requinte São extremamente elegantes e se comportam com discrição e charme. Precisam apenas controlar a tendência de querer mudar os outros, pois nem sempre aquilo que consideram como sendo o melhor serve de exemplo para os demais.
DEDALEIRA (de 19/10 a 7/11)
Essa flor nasce em forma de cachos e é fonte de alguns extratos medicinais. As pessoas nascidas sob o signo de Dedaleira são enérgicas, cheias de vida e boa vontade. Sonham vencer na vida e não se cansam de lutar por seus objetivos, mas às vezes perdem oportunidades valiosas simplesmente porque não aceitam se curvar diante de regras impostas pelos superiores. Agem de maneira sempre gentil, calorosa e correta. No amor, tendem a revelar um certo romantismo, embora nem sempre se mantenham fiéis a uma só pessoa.
ÍRIS (de 8/11 a 12/12)
Na Atlântida, essa flor era o símbolo do trabalho e da dedicação. As pessoas nascidas sob o signo de Íris tendem a ser esforçadas e podem se sair muito bem em cargos de liderança, pois sabem exercer o poder sem resvalar para o autoritarismo. Dotadas de uma intuição apurada e de uma inteligência aguda, são capazes de captar as verdades que se ocultam muito além das aparências. Persuasivas, quase sempre convencem os outros a fazerem exatamente aquilo que elas querem. Embora pareçam acessíveis e extrovertidas, sabem guardar muito bem os próprios sentimentos e desejos. Têm horror a conflitos e sempre optam pelo caminho do entendimento e da conciliação.
MANDRÁGORA (de 13/12 a 5/1)
Símbolo da magia, essa flor tem uma forma que lembra a silhueta de um corpo humano. É fonte de uma substância capaz de induzir os transes hipnóticos, ou estados alterados de consciência, muito úteis à prática de magia. As pessoas que nascem sob o signo de Mandrágora são espiritualmente elevadas e estão sempre em busca do sentido mais profundo da vida e da existência. Não gostam da rotina, do senso comum, da mediocridade. Têm uma natureza intensa e apaixonada, ainda que aparentem certa frieza e façam questão de impor algum distanciamento às pessoas em geral. É preciso conhecê-las bem para saber lhes dar o devido valor.
Do coração da
às
09h05
Enviar
esta mensagem


Nada somos senão frágeis
átomos nos céus do infinito
E não nos resta senão
obedecer e entregar-nos à
vontade da Providência.
Se amamos, nosso amor não
vem de nós, nem é para nós.
Se nos alegramos, nossa
alegria não está em nós, mas
na própria vida.
Se sofremos, a dor não está em
nossos ferimentos, mas no
próprio coração da Natureza.
( Gibran Khalil Gibran)
Do coração da
às
16h01
Enviar
esta mensagem

Simbologia das Flores...
Amarílis - Orgulho
Anêmona- Abandonado
Camélia- Beleza perfeita
Cravo -Ai, meu pobre coração!
Crisântemo -Estou apaixonado
Centáurea -Sensibilidade
Margarida- Inocência
Miosótis -Amor verdadeiro
Dedaleira -Falsidade
Gerânio -Tristeza
Madressilva- Meiguice
Jacinto- Mágoa
Íris -Mensagem
Jasmim -Graça e elegância
Alfazema- Desconfiança
Lírio- Pureza
Tagetes -Luto
Narciso- Vaidade
Capuchinha- Patriotismo
Orquídea- Uma bela mulher
Amor-perfeito- Pensamentos
Peônia- Vergonha e timidez
Flox -Harmonia
Prímula- Juventude
Rosa- Amor
Girassol -Altivez
Tulipa -Declaração de amor
Violeta- Modéstia
Ninféia- Pureza de coração
Do coração da
às
22h11
Enviar
esta mensagem

Música e Poesia...
Fagner - Faz De Conta
Nem sempre andei assim Nem sempre fui tristeza Às vezes andei com os pés no chão Às vezes fui certeza Nem sempre quis ser só Nem sempre quis ser seu As vezes quis evitar sem dor a hora do adeus Mas faz de conta que ainda há tempo que a noite é eterna Mas faz de conta que o tarde é cedo agora não espera Faz de conta faz de conta faz faz de conta...
...Unem os povos
Do coração da
às
12h10
Enviar
esta mensagem

Canteiros
Quando penso em você
Fecho os olhos de saudades
Tenho tido muita coisa
Menos a felicidade Correm os meus dedos longos
Em versos tristes que invento
Nem aquilo a que me entrego
Já me dá contentamento Pode ser até manhã
Cedo claro, feito o dia
Mas nada do que me dizem
me faz sentir alegria Eu só queria ter no mato
Um gosto de framboesa
Pra correr entre os canteiros E esconder minha tristeza
E eu ainda sou tão moço pra tanta tristeza ...
Eu só queria ter no mato
Um gosto de framboesa...Um poema de Cecília Meireles.
Do coração da
às
10h08
Enviar
esta mensagem

Lendas :
Flores Brasileiras
A Vitória-régia
Ela é considerada a rainha das flores aquáticas. Nós a encontramos na Amazônia, em Mato Grosso e também nas Guianas. É cultivada nos jardins botânicos de muitos países, por ser considerada uma planta realmente preciosa. As folhas maiores podem suportar perto de quarenta quilos de peso! A flor, branca, se abre ao cair da tarde, perfuma o ar e dura apenas duas noites.
A Lenda...
Estava fazendo uma noite muito quente. O luar era tão claro, que se enxergava quase como se fosse de dia. Perto da lagoa havia uma importante tribo de índios, que hoje não existe mais. Entre os índios, havia um velho chefe, muito procurado pelas crianças, que gostavam de ouvir suas histórias.
Como a noite estava quente e o luar muito lindo, o velho cacique havia-se sentado bem perto da lagoa, para descansar e gozar daquela beleza. Logo que as crianças descobriram que ele estava ali, foram sentar-se perto dele. Pediram que lhes contasse uma história. O cacique, porém, estava tão distraído, admirando a vitória-régia, que nem percebera a chegada das crianças. Custou para que ele saísse daquela contemplação. Por fim, sorriu para elas.
- O que o senhor estava vendo com tanta atenção? - perguntou uma.
- Aquela estrela! Aquela bonita estrela, respondeu o cacique, apontando para a vitória-régia.
As crianças ficaram admiradas e trocaram um olhar significativo. A vitória-régia era uma estrela? Pobre cacique! Ele percebeu o espanto das crianças e lhes disse:
- Não tenham medo! Não fiquei doido, não. Não acreditam que a vitória-régia seja uma estrela? Então ouçam:
Faz muitos e muitos anos. Nem sei quantos. Em nossa tribo, vivia uma índia, muito moça e muito bonita, a quem haviam contado que a lua era um guerreiro forte e poderoso. A moça apaixonou-se por esse guerreiro e não quis casar-se com nenhum dos índios da tribo. Não fazia outra coisa sendo esperar que a lua surgisse. Aí, então, punha os olhos no céu e não via mais nada. Só o poderoso guerreiro. Muitas vezes, ela saía correndo pela floresta, os braços erguidos, procurando agarrar a lua.
Todos da tribo tinham pena da índia, pena de vê-la dominada por um sonho tão louco.
E o tempo foi passando... Contudo, o sonho não deixava a pobre moça em paz. Queria ir para o céu. Queria transformar-se numa estrela, numa estrela tão bonita, que fosse admirada pela lua. Mas a lua continuava distante e indiferente, desprezando o desejo da moça.
Quando não havia luar, a jovem permanecia aborrecida em sua oca, sem falar com ninguém. Eram inúteis os esforços dos amigos e parentes para que ela ficasse com as outras moças. Continuava recolhida, silenciosa, até a lua aparecer novamente.
Uma noite em que o luar estava mais bonito do que nunca, transformando em prata a paisagem da floresta, a moça repetiu sua tentativa. Chegando à beira da lagoa, viu a lua refletida no meio das águas tranqüilas e acreditou que ela havia descido do céu para se banhar ali. Finalmente, ia conhecer o famoso e poderoso guerreiro.

Sem hesitar, a moça atirou-se às águas profundas e nadou em direção à imagem da lua. Quando percebeu que havia sido ilusão, tentou voltar, mas as forças lhe faltaram e morreu afogada.
A lua, que era, como eu disse, um guerreiro forte e poderoso, uma espécie de deus, viu o que havia acontecido e ficou compadecida. Sentiu remorso por não ter transformado a formosa índia em uma estrela do céu. Agora era tarde. A moça ia pertencer, para sempre, às águas profundas da lagoa. Porém, já que não era possível torná-la uma estrela do céu, como ela tanto desejara, podia transformá-la numa estrela das águas. Uma flor que seria a rainha das flores aquáticas. E, assim, a formosa índia foi transformada na vitória-régia. À noite, essa maravilhosa flor se abre, permitindo que a lua a ilumine e revele sua impressionante beleza.
(Esta é uma das versões da lenda da vitória-régia)
Texto extraído do livro Histórias e Lendas do Brasil
Vitória Régia era uma índia que se chamava Naía.
Do coração da
às
13h55
Enviar
esta mensagem
